- out
- 01
- 2011
COMUNICADO À SOCIEDADE PERNAMBUCANA
Categorias: Blog do Bienaldo
Absolutamente felizes com os excelentes resultados alcançados com a realização de mais essa edição da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, congratulamo-nos com todos os parceiros, professores, alunos, expositores, escritores, apoiadores, patrocinadores e a toda sociedade pernambucana do interior e da capital, que engrandeceu o evento com a sua presença maciça.
Hoje, já próximos do encerramento desta nobre e vitoriosa empreitada de aproximação do público com o universo do conhecimento, proporcionado pelos livros, a CIA DE EVENTOS vem esclarecer:
A Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, realizada há cinco edições e quase dez anos pela Cia de Eventos, é uma iniciativa privada que tem como objetivos a divulgação, disseminação e estímulo da leitura e da literatura, em sintonia com as políticas públicas vigentes em âmbito nacional e o interesse maior do povo pernambucano, que se encanta e se envolve mais com o universo do livro a cada edição.
Ao longo desta década, após a determinação, o trabalho e a dedicação de muitos, a Bienal se consolidou no calendário cultural do Nordeste e do Brasil, e hoje é considerada a terceira maior do País, atrás somente de suas congêneres em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Vale a pena recordar esta história. Em 1997, a I Feira Internacional do Livro de Pernambuco foi idealizada por Evaldo Costa, então presidente da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), e atual secretário de imprensa do governo estadual, depois de conversa com o editor José Cortez, cuja biografia é finalista deste ano do Prêmio Jabuti.
A I Feira ocorreu em uma área de cerca de 2 mil metros quadrados, reunindo um público reduzido. Em março de 2001, a Cia de Eventos foi convidada para assumir a Feira. O caminho seria a formação de aliança entre o setor público e a iniciativa privada.
Na época, o então presidente da Associação dos Distribuidores e Editores do Nordeste (Adene – atual Andelivros), dizia que o empreendimento não viria a existir, e se houvesse, seria um vexame. A feira não somente foi feita, como foi um verdadeiro sucesso.
Em 2003, o evento se expandiu, e se transformou na IV Bienal do Livro, tendo início a política de distribuição de bônus pelo governo estadual aos professores da rede pública de ensino, graças à articulação da Cia de Eventos. A ADENE ficou responsável por gerenciar os créditos distribuídos pelo poder público, sendo esta a sua ÚNICA função em todo o processo de planejamento, articulação e execução da Bienal.
A CIA DE EVENTOS nunca obteve nenhum valor e/ou percentual financeiro resultante destas articulações, e nem o quer, por entender que a nossa missão é de atuar no intuito de captar parceiros e recursos para viabilizar um empreendimento dessa envergadura.
Em 2005, a Bienal, contou com um público de 350 mil visitantes, continuou recebendo críticas da ADENE, cujos membros, donos de distribuidoras e editoras de livros, nunca deixaram de participar e lucrar com o evento.
Em 2007, a entrada de diversas prefeituras deu novo fôlego à Bienal, que atingiu 550 mil visitantes. Em 2009, a Bienal do Livro de Pernambuco obtinha, em sua sétima edição, números que impressionaram o País: foram 600 mil pessoas em onze dias de evento, com a movimentação de mais de R$ 30 milhões, 260 estandes, mais de 600 editoras e uma rica programação de debates, com escritores, livreiros e editores de vários cantos do mundo.
Em 2011, ao testemunhar o enorme sucesso da Bienal, consensualmente um case de produção cultural em Pernambuco, a Andelivros tem utilizado de todas as formas para embotar e desprestigiar o evento que conquistou os pernambucanos, e se reveste de cada vez maior importância para o Estado. Pelo exposto, queremos externar nossa indignação com a postura desta entidade, cuja disposição travestida de democratização do acesso, na polêmica da cobrança de ingressos – prática usual em grandes eventos em outros estados e em Pernambuco – em nada colabora para o esforço conjunto que resultou no carinho crescente demonstrado pelo público.
Vale lembrar que os valores de R$ 4 e de R$ 2, instituídos este ano para proporcionar as melhorias que o público merece, não estão sendo cobrados aos professores e alunos da rede pública, turmas de escolas privadas agendadas, idosos com mais de 65 anos, e imprensa credenciada.
Destacamos ainda que diante da dimensão alcançada pela Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, os recursos dos patrocínios articulados ficaram insuficientes para a qualidade de um evento deste porte, de forma que a CIA DE EVENTOS procurou a alternativa da cobrança de ingressos, com o intuito de ampliar o conforto do público e a qualidade dos serviços prestados. Reiteramos o compromisso da Cia de Eventos com a real democratização de acesso ao conhecimento promovido pela Bienal do Livro, ao tempo em que informamos que iremos recorrer até a última instância pelo restabelecimento do direito justo e da verdade dos fatos.
Rogério Robalinho
Coordenador Geral da Bienal do Livro de Pernambuco
“A todos que aí estão
Atravancando meu caminho
Vocês passarão, eu passarinho.”
Mario Quintana.
(Uma homenagem da VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco ao poeta gaúcho e sua grande reflexão sobre a vida)





CONGRATULO-ME COM TODOS QUE
REALIZARAM A VIII BIENAL,REPRESENTADOS PELA CIA DE
EVENTOS, SOB DIREÇÃO DO DR.
ROGÉRIO ROBALINHO. A PRESENÇA DE
CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM QUAN
TIDADE SIGNIFICATIVA, FOI O PONTO
ALTO DA BELA FESTA LITERÁRIA.NOS
DÁ ESPERANÇAS NO BRASIL DO AMANHÃ,LITERARIAMENTE FALANDO…
Quero trocar!
Como pernambucana parabenizo e aplaudo o sucesso de mais uma edição da Bienal Internacional do Livro. Para nós professores tem sido gratificante puder participar e nos aproximarmos atarvés dos livros do universo do conhecimento. Obrigada!
Quero trocar!