Marly Mota
Pernambucana de Bom Jardim, Marly Mota é escritora, imortal da Academia Pernambucana de Letras, e artista plástica. Escreveu “Janela”, “Além do Jardim”, “O mundo e o carrossel”, entre outros. É viúva do escritor pernambucano Mauro Mota, homenageado desta oitava edição da Bienal do Livro de Pernambuco.
Samarone Lima
Jornalista e escritor, o cearense Samarone Lima vive no Recife e tem quatro títulos publicados: os livros-reportagem “Zé” (1998) e “Clamor” (2003), “Estuário” (2005), de crônicas, e o relato “Viagem ao Crepúsculo” (2009), sobre viagem a Cuba. Trabalhou em diversos jornais e revistas. Também ministra oficinas literárias.
Nesta oitava Bienal, participa do painel “A culpa é do livro ou o que diabos o e-book muda minha história com a literatura?”, junto com Antonio Prata, dia 24 de setembro (sábado), às 19h, no Círculo das Ideias.
Site: www.estuario.com.br
Fátima Quintas

Antropóloga, contista e cronista, a recifense Fátima Quintas é integrante da Academia Pernambucana de Letras, com vários livros lançados, além de crônicas e poesias publicadas em jornais, revistas e suplementos. “Segredos da Velha Arca” (2003) e “Realejos e cristais” (2010), de contos, “A criação literária” (2009), sobre teoria da literatura, e diversos outros títulos de temática antropológica são alguns exemplos da vasta obra de sua autoria.
Site: www.fatimaquintas.blogspot.com
Doutor em Literatura Brasileira, é professor do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE e editor da revista Investigações, do mesmo Programa de Pós-Graduação em Letras.
Tem trabalhos publicados na Revista USP, Ciência & Trópico, Luso-Brazilian Review, Estudos Portugueses, Cultura Vozes, Encontro, Cadernos Daimon, entre outros periódicos do Brasil e do exterior. Colaborou, como verbetista, na BIBLOS — Enciclopédia VERBO das literaturas de língua portuguesa (Coimbra, 1999, v. 3; 2001, v. 4; e 2004, v. 5).
É autor de Luiz Marinho: o sábado que não entardece (FCCR, 2004) e Adultérios, biombos e demônios (ensaios sobre literatura, teatro e cinema)(PPGL, 2009). Participa na Bienal de mesa sobre as crônicas de Carneiro Vilella.
Pedro Américo de Farias
Nasceu em Ouricuri, Pernambuco, em 1948. Radicado no Recife desde 1968. Funcionário da Fundação de Cultura Cidade do Recife. Apesar de não se considerar integrante de nenhum movimento, a carreira literária de Pedro Américo está ligada à maioria das manifestações que tiveram repercussão na capital pernambucana, desde a década de 1970.
Como gestor público foi um dos organizadores do Festival Recifense de Literatura – a letra e a voz (edições de 2003 a 2007).
Pedro tem textos avulsos publicados em diversas revistas e periódicos, entre eles o Suplemento Literário (Minas Gerais, Brasil), Suplemento Cultural (Recife, Brasil),Correio das Artes (Paraíba, Brasil), Rivaginaires (Tarbes, França), Continente Multicultural (Recife, Brasil),Camaleão (Porto, Portugal), Gare Maritime (Maison de la Poesie / Nantes, França), Bacchanales (Maison de la Poesie / Rhône-Alpes, França).
Na Bienal conversa com o deputado João Paulo sobre o tema “Janelas para ler o mundo: literatura, juventude e cidadania.”
Lucila Nogueira
Carioca radicada no Recife, Lucila Nogueira é escritora, tradutora, crítica e editora. Tem 22 livros de poesia, cinco ensaios e diversos artigos em livros e revistas impressas e online, além de participação em diversas feiras literárias, inclusive internacionalmente. É também professora de literatura brasileira, portuguesa e teoria literária na Universidade Federal de Pernambuco.
Participa do painel “Mauro e Cabral: poesia e memória”, junto com Inez Cabral de Melo e Roberto Mota, dia 25 de setembro (domingo), às 16h, no Círculo das Ideias.
Site: www.lucnog1.blogspot.com
Fernando Monteiro

O recifense Fernando Monteiro é poeta, romancista, dramaturgo, cineasta e crítico de arte. Autor com vários livros lançados, escrevendo em diferentes gêneros, também colabora como articulista para jornais e revistas. Recebeu os prêmios Brasil/Telecom e Bravo de Literatura. Premiado também em Portugal por “Aspades” (1997), romance sobre a sétima arte através do imaginário do cineasta português Vasco Aspades do Carmo.
Participa do painel “Cinema e Cidadania: o caso do Western”, junto com José Carlos Targino, dia 26 de setembro (segunda-feira), às 19h, no Círculo das Ideias.
Fábio Andrade
O recifense Fábio Andrade é poeta, crítico literário, doutor em Letras e professor da Universidade Federal de Pernambuco. Autor de “Luminar, presença & outros poemas” (2005) e “A transparência do tempo” (2009), é também responsável pela Moinhos de Vento de edições artesanais e editor geral da Revista Crispim de criação e cítica literária.
Participa do painel “Independência ou”, junto com Marcelino Freire e Allan da Rosa, dia 25 de setembro (domingo), às 16h, no Círculo das Ideias.
Site: www.edicoesmoinhos.wordpress.
Inez Cabral de Melo
A cineasta Inez Cabral de Melo tem sobrenome literário importante. Por sua decisão, um manuscrito inédito do pai, o escritor pernambucano João Cabral de Melo Neto, deve virar o livro “Casa de Farinha” até 2012. Inez ainda pretende fazer um documentário baseado no material, que recebeu ainda incompleo do pai pouco antes de morrer, em 1999.
Vem à Bienal participar do painel “Mauro e Cabral: poesia e memória”, junto com Roberto Motta e Lucila Nogueira, dia 25 de setembro (domingo), às 16h, no Círculo das Ideias.







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