O Lá no Meu Sertão, na VIII Bienal Internacional do Livro, traz diversas atrações. O stand do Cariri/Pajeú reúne os maiores poetas do Sertão Pernambucano, em uma confraria, que inclui vendas e autógrafos de livros de autores como Wilson Freire e Xico Bezerra.
Dentro do Cariri/Pajeú, há o Canto Sertanejo, uma reprodução do box 15 do Mercado da Madalena, da Dona Neraides Ferraz, que tem a tradição de reunir, aos sábados, poetas e repentistas.

Um stand do Engenho Volúpia traz variados rótulos da Cachaça Volúpia – a mais premiada do país, com direito à degustação. O produto novo, uma versão frozen, também está disponível no local.
Já o Memorial de Luís Gonzaga, da Secretaria de Cultura do Recife, reúne uma série de informações de pesquisa, música e atividades que são realizadas durante todo o ano. A partir da segunda-feira, haverá um karaokê com as músicas de Gonzaga.
No Museu da Cachaça, há diversos tipos e rótulos da bebida que mostram o porquê a cachaça tornou-se patrimônio brasileiro. Lá, existem marcas do Rio Grande do Sul ao norte do Nordeste brasileiro, além da mediação de José Moisés de Moura, um dos maiores conhecedores de cachaça do país.
Ao lado, encontra-se a Sociedade dos Forrozeiros Pé de Serra e Ai, onde há uma reunião de poetas e músicos, antes da apresentação musical. O stand da Luzeiro, o mais antiga editora de cordéis do Brasil, reúne exemplares que contam os causos do Nordeste, em forma de gibi.
Leia o texto completo
REDES SOCIAIS