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Novidades

Releases

  • jun
  • 11
  • 2010

Comunicado aos Expositores 2011

Categorias: Novidades, Releases

Comunicamos aos Expositores, que desejem participar da VIII BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE PERNAMBUCO, a realizar-se no período de 24 de setembro a 02 de outubro de 2011, no Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções de Pernambuco, que a planta de área, para consulta e reservas de estandes, já está disponível: FAÇA O DOWNLOAD.

As consultas e reservas deverão ser realizadas através do fone/fax: (81)3492.9690, ou celulares: (81)9605.5780 e (81)8777.2947, com a Sra. Graça Wanderley ou Sr. Felipe Cavalcanti, ou por e-mail: < bienalpe1@cia-eventos.com > e < bienalpe2@cia-eventos.com >.

EVENTOS PRODUÇÕES CULTURAIS LTDA.

  • out
  • 11
  • 2009

Dos clássicos a Kandinsky: arte no Café Cultural Fafire

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Uma conversa sobre arte foi o ponto de partida para os acontecimentos deste domingo (11), no Café Cultural Fafire. A escritora Patrícia Tenório e a pesquisadora e também artista plástica Karla Melo começaram o bate-papo exibindo reproduções das telas do pintor recifense Vicente do Rego Monteiro.

Elas falaram também sobre a obra de Cícero Dias e das experiências particulares que tiveram com a realização de Encontros de Artes, em livrarias e cafés. Além disso, comentaram a dificuldade das pessoas em entender uma arte mais moderna e menos clássica, como a de Kandinsky.

De acordo com Karla, quando se aprecia uma pintura, um poma, cada indivíduo o interpreta de um jeito único. “Nós temos liberdade para entender a arte com um olhar muito particular, pois nossas bagagens culturais são de fato diferentes”, explicou, afirmando ainda que se apoderar deste conhecimento e sede de aprendizado faz qualquer profissional ou pessoa um ser mais crítico, reflexivo e desenvolvido.

Oficina de Notícias

  • out
  • 10
  • 2009

Alberto Mussa fala sobre a estreita relação entre leitura e literatura na Bienal

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“Nunca pensei em ser escritor, mas desde pequeno já era leitor”. A afirmação do escritor carioca Alberto Mussa é uma síntese da sua palestra “O escritor como leitor”, que ministrou na noite desse sábado (10), no auditório Carlos Pena Filho da VII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. A apresentação da palestra ficou a cargo de Cristhiano Aguiar.

O universo da leitura é um tema bastante familiar para Alberto Mussa. Sua avidez pela literatura sempre o pôs em contato com temas relativos à história da antiguidade e antropologia. O escritor tem especial interesse por culturas e civilizações que normalmente ficam à margem da história tradicional, como as pré islâmicas, as africanas e a os povos pré históricos brasileiros.

Durante o encontro, o escritor carioca contou que sua relação com esse universo é bastante familiar. “Eu nasci dentro de uma biblioteca. Minha família sempre teve muitos livros em casa, e a minha relação com a literatura foi tão natural quanto as brincadeiras de infância na rua. Ainda pequeno recitava trechos inteiros de Os Lusíadas (Camões) de cor”, lembra.

A vontade de ser escritor, Alberto Mussa diz que veio bem depois. Antes, ele sonhava em ser compositor. Foi quando teve que abandonar por um tempo a carreira universitária que o desejo de escrever tornou-se mais forte. “A falta do ambiente universitário me fez querer escrever. Inicialmente fiz poemas e sonetos, hoje totalmente perdidos”.

Iniciava-se a partir de então para Alberto Mussa uma bem sucedida carreira literária, inspirada principalmente pelas leituras realizadas pelo escritor. “Os livros refletem um pouco das minhas leituras. Realmente escrevo sempre baseado em alguma ideia vinda de um grupo de literaturas que me interessa”, afirma.

Isso aconteceu, por exemplo, quando Alberto Mussa entrou em contato com a cultura indígena em 1990, quando se preparava para fazer um doutorado na língua Tupi em 1990. Das leituras surgiram obras como o livro Meu destino é ser onça.

Entre seus feitos, Alberto Mussa traduziu os “Poemas Suspensos”, obra dos tempos pré-islâmicos transmitidas oralmente. Levou dez anos para concluir a tradução, pois teve que aprender a língua árabe desde o alfabeto. “Apesar da minha ascendência árabe, eu não falava essa língua”, revelou.

Da Executiva Press

  • out
  • 10
  • 2009

Café Cultural discute adaptações literárias para o cinema

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Foi o filme “Ainda Orangotangos”, adaptado do livro homônimo, escrito pelo gaúcho Paulo Scott, que abriu as discussões da tarde deste sábado (10), no Café Cultural da Fafire. O livro, lançado em 2007, traz contos urbanos e uma literatura moderna e engajada na luta pelas reflexões sociais.

Durante a palestra, foram exibidos trechos do filme, que contou com a direção de Gustavo Spolidori, considerado pela Revista Bravo um dos cinco cineastas mais promissores do Brasil. Em contrapartida, houve a recitação dos contos relativos aos trechos mostrados. Scott conversou com o público sobre diversos pontos das adaptações, entre eles o distanciamento linguístico do roteiro e do livro impresso. Segundo ele, os escritores, quando topam propostas de adaptações para o cinema, devem “aceitar que ali está surgindo uma nova obra, em uma nova linguagem”.

O conto “Martin”, que se destaca pelo tom urbano e bastante realista, trata da violência urbana, desemprego e desigualdade social. No filme, as cenas se tornam mais pulsantes e falam por si só, enquanto no livro, o investimento está na linguagem envolvente através do jogo de palavras. Aliás, o nome Martin foi inspirado no líder Martin Luther King.

 Além da densidade da linguagem escrita se dissolver um pouco, quando vai para a tela, de acordo com Scott, o roteiro é mais seco e a obra final termina sendo um pouco mutilada. Ele concluiu afirmando que prefere uma readaptação completa à manutenção fiel da obra original. “Mais soltos, os diretores são capazes de criar um filme mais original e criativo”.

Oficina de Notícias

  • out
  • 10
  • 2009

Caio Fernando Abreu, homosexualidade e amor em pauta no Café Cultural

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Um encontro de semelhantes. Assim foi o Café Cutural Fafire na noite do sábado, 10, com a jornalista paulista Paula Dip e o escritor pernambucano Marcelino Freire. Ela, que lançou na II Bienal Internacional do livro de Pernambuco a biografia “Para sempre teu, Caio F.”, conversou com o público neste encontro sobre as cartas e recordações do de Caio Fernando Abreu e documentadas na sua obra, enquanto trechos do livro foram lidos, ou melhor, interpretados por Marcelino.

”Sou muito grata ao Caio. É um privilégio tê-lo conhecido, mas acho que Marcelino é um artista como ele; não é só escritor, mas ator,trazendo alma a esses textos. Eles iriam dar muitas risadas juntos.É uma pena que não chegaram a se conhecer”, comentou Paula, espantada com o Marcelino que conheceu precisamente nesse Café Cultural.

Entre as semelhanças e diferenças nesse encontro inusitado, Paula interagiu com Marcelino, que se diz um “homosexual não ativo”, recordando Caio, também um homosexual embora assumido e que – segundo ela – tinha paixões por mulheres e cultivava grandes amizades femininas. Ela mesma, uma delas.

Paula disse ter conhecido Caio no final da década de 70: “Ele já era muito avançado pra época. Falava do amor e ponto. Não com um texto chato, mas com o dom dos grandes escritores e dizia “O bicho homem não faz outra coisa a não ser pensar o amor”.

Ela também deu a notícia, em primeira mão, de que a editora Record vai lançar no próximo ano um livro de poesias de Caio.”Ele achava esse gênero muito alto para ele, mas escrevia lindamente”, explicou e jornalista das TVs Gazeta, Cultura e outros veículos e a autora da biografia do grande escritor e também jornalista falecido há três anos, vitimado pela aids. Na ocasião, Marcelino anunciou ainda sua nova obra, uma antologia no prelo em literatura homosexual, organizada por ele e Santiago Nazarian.

O evento foi um dos mais concorridos do Café Cultural deste sábado, quando todas as mesas estiveram ocupadas e muitas pessoas precisaram assisti-lo em pé.

Oficina de Notícias

  • out
  • 10
  • 2009

Andahazi discute sobre o sagrado e a sexualidade

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O autor no Brasil de “A Cidade dos hereges” e “O Anatomista”, Federico Andahazi foi o centro do debate do último Café Cultural da noite do sábado, dia 10, junto com jornalista Marcelo Pereira, do Jornal do Commercio. Polêmico, em função da criação da biografia do descobridor do clitóris, Mateo Colombo, lançada no livro “O Anatomista”, o escritor argentino defendeu a fronteira imprecisa da verdade e ficção e o desejo como matéria que impulsiona a literatura e a sexualidade.

Em comum nas duas obras, a questão da repressão à sexualidade, o poder e a sacralidade. Ele contou que a criação da biografia de Mateo Colombo surgiu de sua descoberta em um livro de medicina sobre este, que foi um anatomista da idade média, responsável por descobrir um dos maiores segredos do prazer feminino, em uma época de proibições e perseguições. ”Achei muito insólito não haver mais do que umas notas nas enciclopédias sobre Mateo e ótimo para mim, como escritor, que poderia inventá-la”, disse Andahazi, nome que aparece hoje associado à maioria das menções ao nome Mateo Colombo nos buscadores.

“O poder não tolera a literatura nem a sexualidade e, ao sacralizá-las, descobriu um modo de controlá-las”, explicou. A questão da sexualidade vai permear de novo toda a sua próxima obra, que agora vai abordar a sexualidade livre dos povos anteriores aos espanhóis na Argentina. “As deusas dos templos incas não só consideravam o sexo livre de pecado como ofereciam-no em uma prática espiritual”, lembrou.

Andahazi – segundo ele, um autor “bastante argentino” – conversou ainda sobre plágio, Igreja Católica, contrapropaganda à sua obra, futebol, Argentina e outros temas, respondendo às perguntas de Marcelo Pereira e do público. Concluiu o Café Cultural concordando com a visão de que toda literatura é uma reescrita de algo já escrito ou palintextos, como dizia Baudelaire.

Oficina de Notícias

  • out
  • 10
  • 2009

Tecnologia é pauta em encontro de educadores

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Conversando sobre as experiências adquiridas em suas respectivas salas de aula, Alex Sandro Gomes, professor do Centro de Informática da UFPE, e Vancleide Jordão, educadora na área de biológicas, participaram de debate no Café Cultural Fafire sobre o tema “tecnologia”.O evento aconteceu no final da tarde deste sábado, 10.

A discussão principal foi em torno da grande quantidade de informações a que os estudantes são submetidos, com tantas fontes diferenciadas, proporcionadas pela Internet. Segundo Alex, muitos educadores ainda enfrentam certo medo em relação à nova geração, apelidada de Geração Net, por causa das inúmeras novidades.

Vancleide Jordão acredita que isso provocou uma nova forma de atuação do professor. “O modelo verticalizado, de cima para baixo, não funciona mais”, explica, colocando ainda que a educação é hoje algo mais democrático e plural, contextualizada por um processo natural de mudança social.

Para eles, ferramentas tecnológicas são um meio pelo qual o aluno pode se aproximar com maior prazer do aprendizado e que a socidade, em geral, vive um processo de mudança de registro e de oxigenação positiva. Vancleide concluiu, apelando para os ouvintes “deixarem aberto o caminho, com menos resistência e mais vivencia com a realidade do aluno”.

Oficina de Notícias

  • out
  • 10
  • 2009

Salim Miguel participa da Bienal contando sua trajetória

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Aos 85 anos, o imigrante libanês Salim Miguel marcou presença, na noite do sábado (10/10), nesta sétima edição da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco contando um pouco da sua brilhante trajetória como leitor, gráfico, livreiro, editor, jornalista e escritor. Para mediar esta conversa um amigo de Salim, o jornalista e diretor geral do Jornal do Commercio Ivanildo Sampaio.

Em um papo bastante descontraído, Salim Miguel contou fatos que vivenciou exercendo essas funções e, em cada detalhe, deixava transparecer o amor pela leitura e pelos livros. Entre as situações que relembrou, uma especial: o acordo que fez com um livreiro cego. Salim queria ler os livros, mas não podia comprá-los. Já o livreiro não podia doá-los, mas também queria ler e não podia. Então Salim passou a ler para o livreiro e resolveu o problema dos dois.

Anos mais tarde, tornou-se dono de uma livraria em Florianópolis (SC) chamada Anita Garibaldi, mas que ficou conhecida como “a livraria de Salim”. “Ela foi a primeira a vender livros estrangeiros e de esquerda. E foi a única livraria do Brasil que foi arrombada e queimada no período do Golpe Militar, no dia três de abril de 1964, um dia depois da minha prisão”, contou Salim Miguel.

Salim agradeceu a esposa e também escritora Eglê Malheiros pelos 62 anos de convivência e confessou que, hoje, com a visão quase comprometida é ela quem lê para ele. Autor de mais de 30 livros, Salim quis que ficasse claro que é “um jornalista que escreve ficção” sem a preocupação com dead lines (jargão da imprensa para indicar o horário de fechamento das notícias).

Provocado pela platéia sobre o que achava da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o fim da obrigatoriedade do diploma, ele foi categórico: “O que o ministro Gilmar Mendes falou foi uma das maiores besteiras que já ouvi na minha vida, apesar de não ter nada contra cozinheiros. Dizer que Drummond não precisava de diploma para escrever em jornais é ridículo porque Drummond nunca foi jornalista, ele foi cronista”. E apesar de não ser formado, segundo ele simplesmente porque não existia o curso na época, ele explicou: “Não é o curso que faz o jornalista, mas agiliza o aprendizado. Quem não faz o curso, queima uma etapa”.

Até esta segunda-feira (12), a Bienal promove palestras e debates nos espaços Carlos Pena Filho, Palco da Idéias e Café Cultural, localizados no Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções de Pernambuco. A entrada é gratuita.

Da Executiva Press

  • out
  • 10
  • 2009

Silvério Pessoa apresenta o livro “Nômade” na Bienal

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O cantor e compositor pernambucano Silvério Pessoa conversou com o público na tarde deste sábado (10) sobre suas viagens e experiências reunidas em seu livro “Nômade – Diário de Viagem”, no Palco das Ideias da VII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.
 
As crônicas de Silvério Pessoa, que antes estavam reunidas em seu blog, foram transformadas em livro pela Editora Bagaço. As crônicas detalham os lugares e culturas pelos quais o escritor passou desde 2003, quando iniciou carreira solo. 
 
Silvério confessa que tinha um certo receio em se aventurar no meio literário, uma novidade em sua carreira, mas que contou com um apoio de peso. “Agradeço muito a Raimundo Carrerro, pois ele me ajudou a perder o medo de escrever algo que fosse além da música”.
 
Durante o encontro Silvério Pessoa também dividiu com o público suas impressões sobre a cultura dos trovadores franceses que conheceu em suas viagens. Para ele, o homem é um ser nômade por natureza. “Mesmo que ele não saia de sua terra natal, ele sempre está em busca de novos lugares mesmo virtualmente”, observa.

Da Executiva Press

  • out
  • 10
  • 2009

Conversas e recitais entre Charles Kiefer e Marcus Accioly na Bienal

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Um saudável embate entre prosa e poesia. Foi o que o público acompanhou durante a palestra “Conversa e Recital”, ministrada pelo escritor gaúcho Charles Kiefer e o poeta pernambucano Marcos Accioly no auditório Carlos Pena Filho. O encontro foi uma das atrações da tarde desse sábado (10), na VII Bienal nternacional do Livro de Pernambuco. O escritor Salim Miguel e sua esposa Eglê Malheiros, convidados do evento, também estavam na plateia.

Em um clima de amizade e adimiração mútua, os escritores e também professores de literatura conversaram sobre suas impressões a respeito do ofício de escrever e apresentaram um pouco de suas obras.

Charles Kiefer, que ministra oficinas literárias, contou sobre suas influências e os desafios da escrita. “Em minhas oficinas, me inspiro bastante em Raimundo Carrero, cujo livro ‘Segredos da Ficcção’ é sempre recomendado por mim aos alunos”, conta.

Marcus Accioly apontou os pontos fortes da poesia. “A palavra é arbitrária. Quando falamos na palavra ‘cadeira’, passamos direto por esse signo e imaginamos logo o objeto. Na poesia isso não ocorre. O leitor tem de descobrir os outros significados retidos em cada palavra”, explica.

A partir de então foi a vez da literatura em estado puro entrar em cena. Os contos presentados por Kiefer são por vezes intimistas, lidos pelo escritor em um tom que buscava preparar os ouvintes para as surpresas finais de suas histórias, ora místicas como no conto “O Poncho”, ora de suspense, como na história “O Chapéu”.

Já os poemas de Accioly foram recitados de forma vigorosa, com fortes traços de oralidade em seus versos, em poemas que descrevem a luta de um sertanejo para plantar e viver no sertão – extraído de seu livro “Cancioneiro” – ou simulam emboladas entre cantadores, no poema “Coco Praieiro”. Accioly também anunciou que seu livro “Cancioneiro”, cuja primeira edição data de 1968, será relançado ainda esse ano.

O pernambucano revelou, ainda, o que lhe dá mais prazer em ser poeta. “A declamação me dá quase um prazer tão grande quanto escrever”, confessou. Pare ele, a poesia é um equilíbrio entre o popular e o erudito.

O escritor gaúcho Charles Kiefer apreciou bastante a palestra. “Tinha 14 anos quando comecei a ler a obra de Marcus Accioly, e para mim é uma honra estar aqui. Seria ótimo continuar com ele em mais encontros como esse”, disse.

 Da Executiva Press

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