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Releases

  • set
  • 28
  • 2011

Bienal terá Poesia ao Pé do Ouvido

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A partir do dia 28 de setembro, a programação da Bienal do Livro de Pernambuco ganha um ingrediente especial: Poesia ao Pé do Ouvido. Com a proposta de ser um recital mais intimista, poetas e adoradores da poesia se reunirão em cinco bibliotecas municipais da Região Metropolitana do Recife para “sussurrar” poesias, através de cornetas, nos ouvidos das pessoas.

A ação, idealizada e orientada pela poeta Silvana Menezes, será desenvolvida pela Secretaria de Cultura do Estado e é aberta ao público. Todos os presentes poderão contar suas poesias e de outros autores, além de acompanhar o acolhimento literário, no dia 30 de setembro, às 16h, na Praça do Diário, no bairro de Santo Antônio.

No dia 28, o encontro será na Biblioteca Caranguejo Tabaires, no bairro da Ilha do Retiro, às 9h. Às 15h, a Biblioteca do Coque, no bairro do Coque, será a escolhida. No dia 29, a Biblioteca Municipal de Olinda, no bairro do Carmo e a Biblioteca do CEPPOMA, em Brasília Teimosa, abrem as portas para o Poesia ao Pé do Ouvido às 9h e às 15h, respectivamente. No dia 1 de outubro, é a vez da Biblioteca do Poço da Panela, no bairro de Casa Forte, às 9h.

A programação externa ao Centro de Convenções integra a pauta de trabalho do tema “Literatura e Cidadania”, e é uma das novidades da oitava edição da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, que acontece de 23 de setembro a 2 de outubro.

Serviço:

1. Dia 28 de set – Biblioteca Caranguejo Tabaiares- Ilha do Retiro – 9 hs
Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares- bibliotecacomunitariact@gmail.com
As idades das crianças são de 06 aos 12 anos. Contato Reginaldo Pereira
Fone: 8785-9536

2. Dia 28 de set – Biblioteca do Coque – Coque – 15 hs
aqui são crianças e jovens e sempre alguns moradores na frente da biblioteca -
Betania e o mar.. NASCIMENTO maria_bel_@hotmail.com Fone:

3. Dia 29 set – Biblioteca Municipal de Olinda – Carmo – 9 hs
Contato com Viana – email: mundoviana@hotmail.com.com
telefones: 3305.1157 e 8576.5505 – público: escolas convidadas

4. Dia 29 de set – Biblioteca do CEPOMA – Brasília Teimosa – 15 hs
O grupo é composto por crianças entre 09 e 12 anos.
Endereço: Rua Dragão do Mar, 205 – Brasília Teimosa -
próximo a padaria Pão Norte. isamarsantana@gmail.com Isamar Martins – Fone: 3326.6509

 5. Dia 30 de set – Pracinha do Diário- Centro do Recife – 16 hs
Público: passantes

6. Dia 01 de outubro – Biblioteca Poço da Panela – Casa Forte – 09 hs
Contatos: Samarone Lima 9488.3858 – samalima@gmail.com

 

  • set
  • 28
  • 2011

Café Cultural da Fafire, na Bienal do Livro, dá início à sequência de minicursos que vão durar três dias

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A partir desta quarta-feira (28), o Café Cultural, promovido pela Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire), na 8ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, dá início aos minicursos. Os temas são variados e vão se estender até a próxima sexta-feira (30/09), sempre pela manhã, a partir das 10h.

Para inaugurar as sessões, a professora de Pedagogia Nelma Menezes (Fafire) coordena o minicurso sobre Literatura Infanto-Juvenil. A programação é gratuita e basta comparecer ao estande para participar, não sendo necessária inscrição prévia.

No início da tarde, a partir das 14h, “Joaquim Inojosa e os futuristas do Recife” entra em pauta, com a colaboração de Lucas Victor e Natália Barros. Já para aqueles que querem enveredar no caminho da literatura como escritor, o professor Alexandre Furtado e Cristiano Ramos dão as coordenadas, no bate-papo intitulado “Como se faz um best-seller?”, das 15h às 15h50. Nesse mesmo contexto, Beto Azoubel fala sobre o “Mercado editorial”, a partir das 16h.

À noite, futebol não poderia ficar de fora da maior festa literária do Estado. Por isso, “Literatura e Futebol” entra em debate, com a participação dos jornalistas João Baltar, Ivn Moraes Filho e João Valadares.

 

Programação completa: Quarta-feira (28/09)

 

10h às 12h – Minicurso Literatura Infanto-juvenil

Nelma Menezes (Fafire)

12h às 13h – Fórum – da ALEPE

Assembleia Legislativa

14h às 14h50 – Joaquim Inojosa e os futuristas do Recife

Lucas Victor e Natalia Barros

15h às 15h50 – Como se faz um best-seller?

Cristiano Ramos/ Alexandre Furtado

16h às 16h50 – MERCADO EDITORIAL

Beto Azoubel

17h às 17h50 – Samarone - A praça azul

Conversa sobre prosa poesia

18h às 18h50 – IAHGP

Gilda Verri

Marcus Carvalho

19h às 19h50 – Literatura e Futebol

João Baltar / Ivan Moraes Filho / João Valadares

20h às 21h – Conversa com:

Marcelo Perez e Sidney Rocha

 

  • set
  • 27
  • 2011

Crítica, gastronomia e literatura

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A quarta edição do projeto Laboratório de Cultura e Crítica aconteceu na VIII Bienal Internacional do Livro, no Círculo das Ideias, no Centro de Convenções, em Olinda. O tema deste encontro foi “Crítica, gastronomia e literatura: isso se come?” e trouxe como convidados a antropóloga Fátima Quintas e o jornalista Bruno Albertim. A mediação ficou por conta da jornalista Flávia Gusmão. A conversa girou em torno de memórias e comida e como ela é capaz de identificar um povo.

“Cheiros e paladares são atávicos, guardamos para o resto da vida. O paladar é a última coisa que se internaliza em um homem”, afirmou a antropóloga.

O jornalista e crítico gastronômico Bruno Albertim falou sobre sua limitação jornalística quando se trata de dar um olhar mais antropológico à comida e que uma receita é mais do que técnica. Ali, há uma “capacidade de vencer o mundo, de manter uma identidade, seja na literatura, no jornalismo ou na antropologia”, conta Bruno. Segundo o jornalista, o sucesso editorial dos cadernos de gastronomia se deve ao fato da comida transcender diversas fases da vida e alimentar identidade, a noção de pertencimento a um espaço. Bruno ainda reitera a grande tiragem dos livros de área gastronÃ?mica que são lançados em números superiores do que os outros livros devido ao público específico que já os procura nas livrarias.

Flávia Gusmão comentou sobre a importância de se ter o livro físico propagado nas culturas, uma vez que as receitas que lá se encontram não podem ser perdidas, ao longo das gerações. De acordo com Flávia, a função do jornalista está em justamente ir atrás destes guardados que estão em posse de pessoas que entendiam que tais receitas eram uma forma de poder e compartilhar estes escritos com a sociedade, mostrando a sua importância cultural. Para Bruno, a função do jornalista é “descobrir o que há de litúrgico e tradicional em coar um café”.

Fátima diz que, com a globalização, a comida regional irá receber uma “elegância a mais” e que a gastronomia só tem a ganhar. Em relação aos blogs, os jornalistas afirmam que é uma forma de democratizar a arte, ampliar os debates. No entanto, devido à internet ser um campo que não se tem muitas regras, é preciso ter cuidado ao escrever. “O jornalismo nos dá, ou deveria nos dar, uma noção ética. Temos que lembrar, ao escrever, que estamos lidando com empregos e empresas e tudo deve ser muito bem pensado”, afirma Flávia.

 

 

Clareana Arôxa
Estudante de Jornalismo
  • set
  • 27
  • 2011

Expresso

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E o Café Cultural Fafire não para. Neste quinto dia de Bienal do Livro (27), a primeira atividade do dia foi ministrada pela professora Lúcia Ribeiro, às 10h, com a temática “ler: um jeito de compreender o mundo”. Discussões, citações de exemplos clássicos da literatura brasileira e repasse de conteúdos teóricos deram a tônica da apresentação.

 

Lúcia destaca a escola como fator essencial na iniciação dos indivíduos no mundo da leitura. “O ambiente escolar tem uma função social muito forte na construção do leitor e na formação cidadã do jovem”, explica. Tomando este raciocínio como base, contou ao público a evolução – e valorização – da atividade de leitura, apontando os anos 80 como berço dos Congressos de Leitura. “Estes, posteriormente, evoluíram para um complexo estudo linguístico alavancado na década de 90″, completa a docente.

 

À tarde, George Cabral e Bruno Dornelas Câmara falaram sobre a importância do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP) como fomentador de cultura na região.  O acesso a antigos documentos históricos serve não apenas como registro do passado, mas um estímulo à reflexão da realidade atual visando um futuro melhor para a cidade e os cidadãos, e é este um dos objetivos do espaço.

 

Na mesma linha, a diretora do Museu da Cidade do Recife, Betânia Corrêa, trocou ideias com o público acerca da atuação do “museu mais bem conservado do país”, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). De acordo com a diretora, todos os museus e espetáculos subsidiados pelo governo deveriam ser gratuitos. “O que se vê no Brasil é o uso de verbas públicas de maneira equivocada. Museus e bibliotecas precisam estar bem estruturados para disponibilizar o acervo para pesquisadores”, disse.

 

Já no turno da noite, num papo descontraído e totalmente em espanhol (até nas intervenções da plateia), Dorilma Neves (UFRPE) e Alexandre Furtado coletivizaram reflexões em torno da língua e da literatura espanhola em Pernambuco. O professor da Fafire destacou a dificuldade de ensinar o assunto aos alunos em apenas um semestre. “Só para analisar Dom Quixote nós precisaríamos reservar um ano, no mínimo”, contou. Dorilma adicionou o respeito às diversidades linguísticas e culturas como pedra fundamental para um bom ensino da língua (o que, ao seu ver, não acontece em alguns locais).

 

O dia foi concluído com calorosa discussão sobre cordel, liderada pelos poetas Felipe Júnior e Aderaldo Luciano, e recital de poesias da Assembléia Legislativa de Pernambuco, com a participação de personalidades da área como Jomard Muniz de Britto e Susana Morais, cafezinho de graça e estande da Fafire lotado.

  • set
  • 26
  • 2011

Informe da Bienal

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A Bienal Internacional do Livro continua esta semana com várias atrações, prometendo bater o recorde de público dos anos anteriores. Até terça 27/09 prossegue a oficina de crítica literária com Frederico Barbosa no Círculo das Ideias, e nesta segunda 26/07, no Café Cultural – a partir das 16h – rola um bate-papo entre Beliza Parente e Lucila Nogueira, falando sobre Literatura e mulher. Em seguida, ainda no Café Cultural, teremos Arte e erotismo: diálogos possíveis na literatura com Janilto Andrade, e A mulher que queria ser Micheliny Verunschk – Um romance promíscuo, com Cida Pedrosa, Marco Polo e Wilson Freire. Às 19h, no Círculo das Ideias, Fernando Monteiro e José Carlos Targino se encontram pra falar sobre Cinema e Cidadania: o caso do Western. Em seguida, no mesmo espaço, a jornalista Adriana Dória Mattos conversa com o escritor José Castello.

Na terça 27/09, a partir das 15h, acontece uma interessante oficina no stand do REleituras: Tecer histórias (Livro de Tecido). Ainda à tarde, no Café Cultural, Ricardo Jupiassu e Kalina Vanderley debatem sobre o tema Sequências narrativas: o romance em Pernambuco. Às 20h, fechando a terça-feira no escurinho do cinema, Geórgia Alves mostra o seu curta sobre Clarice Lispector no Auditório do Brum.

Na quarta-feira 28/09 a UBE-PE faz a abertura do Congresso Nacional de Escritores, no Auditório do Brum. E à tarde, no Café Cultural, Alexandre Furtado e Christiano Ramos se perguntam: Como se faz um best-seller? Às 17h, no Círculo das Ideias, o tema da conversa será A palavra e o palco: Ronaldo Correia de Brito, com o professor Lourival Holanda, Christiano Aguiar e Luís Reis. Encerrando a no ite, também no Círculo das Ideias, o encontro de Leila Mícollis com Raimundo de Moraes, falando sobre literatura & cidadania, poesia marginal e otras cositas más.

Escolha seu evento, curta bastante a Bienal e até o próximo informe.

A programação completa você confere aqui.

Acompanhe outras notícias da Bienal seguindo o Interpoética no Facebook e no Twitter.

  • set
  • 26
  • 2011

EXPOIDEA É PAUTA NA VIII BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE PERNAMBUCO (Centro de Convenções)

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26/09 – Segunda-feira

Plataforma de Lançamentos | 21h

- Lançamento do Livro ExpoIdea e curta metragem da primeira edição

Inova IDEAS – “Inovação, Economia Criativa e Sustentabilidade – Um panorama
de Pernambuco e as perspectivas de mudanças”.

Com:

- Luciano Siqueira – Deputado Estadual.

- José Bertotti – Secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento
Econômico do Recife.

- Mauricio Cruz – Secretário Executivo da Secretaria de Planejamento e
Gestão do Governo do Estado de Pernambuco

-Thomas Enlazador – Ambientalista, Mestre em Gestão e Políticas Ambientais e
Curador de Sustentabilidade da VIII Bienal Internacional do Livro de
Pernambuco.

Mediador: Daniel da Hora – Publicitário, Professor e Diretor do Instituto
Abelardo da Hora.

  • set
  • 26
  • 2011

Café Cultural – Programação de 26 de Setembro

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Das 10h às 21h, a programação do Café Cultural Fafire segue diversificada nesta segunda-feira (26). Logo pela manhã, as professoras Ângela Torres e Rosa Pinto, ambas da faculdade, revelam algumas estratégias de leitura em sala de aula. No mesmo clima, Roselli Serra discute como a tecnologia pode ser benéfica no ensino da língua inglesa aos alunos. Dicionários virtuais, obras para download e o universo oferecido pela internet entram em pauta na discussão.

 

Janilto Andrade (Unicap) e Renata Pimental (UFRPE) casam arte e erotismo e destrincham os diálogos possíveis destes dois elementos na literatura, às 15h. Em seguida, Lucila Nogueira e Belisa Parante, expoentes da poesia pernambucana, analisam, com propriedade, a participação da mulher na literatura, no estado de autoras e, também, como personagens de livros.

 

Figuras como “A mulher que queria ser Micheliny Verunschk”, de Wilson Freire. “EM MEU CORPO marujos entraram sem bater a porta, sem pedir licença, sem limpar os pés. Em meu corpo acenderam seus fogos, mataram suas fomes, se lambuzaram, arrotaram se limparam e saíram sem pagar a conta, insatisfeitos”, narra a personagem do livro que será discutido pelo autor e pelos poetas Marco Polo Guimarães e Cida Pedrosa, às 18h.

 

Clique aqui para ver a programação completa do Café Cultural desta segunda e dos demais dias, até o desfecho da bienal, no próximo domingo (2). O stand está montado ao lado do Círculo das Ideias e conta com um ambiente climatizado onde se pode conversar com os amigos, discutir literatura e tomar o velho e indispensável cafezinho.

  • set
  • 26
  • 2011

Mais de 1.500 estudantes das escolas municipais do Recife foram à Bienal nesta segunda (26)

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Artes, literatura, informática, Brinquedoteca e troca de experiências são os atrativos do espaço

 

Por Marcos da Silva

 

A visita de crianças e adolescentes da Rede Municipal de Ensino, da Prefeitura do Recife, ao estande instalado na VIII Bienal do Livro de Pernambuco, foi crescente durante todo o dia desta segunda-feira (26). Pela manhã e à tarde, 1.650 estudantes conheceram o espaço cultural. Pelo menos, outros 150 passaram por lá até o final do expediente, às 22h.

 

Localizado em uma área de 200m², na Rua 12 da feira, o estande possui um mini-palco para lançamento de livros infantis e contação de estórias; laboratório de informática; Brinquedoteca Participativa; sala para socialização de experiências; estantes com o acervo de 80 títulos do Programa Manuel Bandeira de Formação de Leitores, distribuídos nas escolas municipais do Recife em 2011, e espaço para apresentações artísticas.

 

Até o final da Bienal, as oficinas de G Compris para produção de jogos educativos; histórias em quadrinhos; criação de e-mail e uma biblioteca virtual podem ser utilizados por alunos das escolas municipais e público em geral. “É a primeira vez que venho à Bienal. Gostei muito dos jogos infantis para completar e colorir os desenhos”, disse, eufórico, o estudante da Escola Municipal Novo Horizonte, de Água Fria, Robson Mateus, de 10 anos.

 

Na Brinquedoteca Participativa, os educandos do Ensino Fundamental I e II – com idade entre 0 e 12 anos – podem desenhar, pintar e criar os próprios brinquedos – petecas, rói-róis, fantoches – utilizando materiais recicláveis como jornais, garrafas PET, papelão e isopor.

 

A sala de socialização é reservada para o lançamento de livros e debates entre professores que dividem suas experiências com os colegas. Jussara Vieira, de 52 anos, ensina na Escola Municipal Rosemar de Macedo Lima, em Casa Amarela e é educadora há 20 anos. “Estou apresentando um projeto para a construção de um blog de Geometria do Origami do Núcleeo de Atividades de Altas Habilidades e Superdotação (NAAH/S), parceria da Prefeitura do Recife e Mec. Vieram professores de Matemática e Tecnologia. É a oportunidade que temos de apresentar programas que tiveram resultados concretos. Esta estratégia é boa tanto para o educador quanto para o aluno”, enfatizou.

 

Imperdível - Os estudantes são recebidos com apresentações culturais como frevo, maracatu e teatro. A Prefeitura do Recife disponibilizou – pela manhã, à tarde e à noite – 90 ônibus, cada um com capacidade para 50 pessoas sentadas. Ao final dos dez dias da feira, 45 mil alunos da Rede Municipal de Ensino, terão visitado o espaço. O estande da Prefeitura do Recife na VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco funciona até o próximo domingo (02/10), das 10h às 22h.

 

Serviço:

Estande da Prefeitura do Recife

VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco

Até domingo (02/10), das 10h às 22h

Pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco

Av. Professor Andrade Bezerra, S/N

Complexo de Salgadinho – Olinda – PE

  • set
  • 25
  • 2011

Domingo com Café

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Com discussão em torno da literatura africana em língua portuguesa, o Café Cultural deu início a mais um dia de atividades ininterruptas na Bienal do Livro. Os professores Kleyton Pereira (Fafire) e Zuleide Duarte (Universidade Estadual da Paraíba) interagiram com o público acerca do pouco espaço e da discriminação sofrida por obras provindas de países africanos como Angola, Cabo Verde e Moçambique. Investimento e treinamento por parte da academia diante do assunto é bandeira levantada pelos docentes.

 

Em consonância à primeira conversa, o multiartista Lepê Correia contestou a exclusão dos poetas e escritores negros de Pernambuco no próprio cenário local, onde muitas vezes são relegados ao título de poetas “marginais” e “alternativos”, como Miró e Malungo. Autor de obras com a temática negra como eixo central, Correia declamou versos e, bem-humorado, ironizou a academia por seu caráter sistemático ou, em suas palavras, “muito certinho”.

 

José Xavier Cortez, fundador da Cortez Editora, liderou a conversa seguinte. Sua trajetória de batalhas, iniciada a partir do momento que deixou o, interior do Rio Grande do Norte para trilhar novas veredas, foi o mote do bate papo que reforçou o velho (mas verdadeiro) clichê de que os livros podem transformar a vida dos indivíduos. Segundo Cortez, Irineu Evangelista de Sousa, o famoso Barão de Mauá, foi uma de suas grandes inspirações.

 

Bullying

 

“A humanidade é narcisística. É necessário estudar o Bullying de uma forma que não seja um discurso moral. Não podemos chegar na sala de aula e apontar: isto é certo e isto é errado. A proposta do livro-jogo é, através da ludicidade, fazer com que os alunos reflitam sobre os papéis principais da situação: agressor, vítima e espectador”.

 

Assim, o professor e jornalista Silvio Costta apresentou ao público o produto de sua autoria: “Antibullying – Uma nova estratégia para aprender e prevenir”, livro que busca ser um guia prático para educadores e pais compreenderem melhor o fenômeno. O professor Eduardo Fonseca, da Fafire, também presente ao diálogo, alertou sobre o a subestimação e, por outro lado, a superestimação que muitos dão ao tema.

 

“Não podemos exagerar e confundir brincadeiras e conflitos, fatores intrínsecos à natureza humana, com Bullying. Porém, o professor também não pode subestimar, achar que é coisa da idade, quando existe uma hostilidade, um sofrimento que perdura. Necessitamos de clareza para não se perder os contornos da situação”, disse o professor que ministra curso de pós-graduação em Psicologia e Direitos Humanos, na Fafire.

 

O Café Cultural ainda abraçou temas como literatura e cinema, crowdfunding e tecnologia e educação, em dez horas de trocas de experiência e conhecimento compartilhado. Amanhã tem mais: veja aqui os horários das atividades e se programe.

  • set
  • 01
  • 2011

Flavia Company publica “Trastornos literarios”, un manual lúdico de retórica

Categorias: Clipping, Releases


notícia da Agência EFE,
extraída no Portal Terra

“Aposiopesis”, “homoiosis” o “metalepsis” son algunos nombres de figuras literarias -aunque puedan sonar a enfermedades -que han servido a la escritora argentina Flavia Company para trazar un juego narrativo en su libro de microrrelatos “Trastornos literarios”, un manual lúdico de retórica.

Publicado por Páginas de Espuma, “Trastornos literarios” sale a la calle esta semana y podría ser todo un tratado para estudiantes nacionales y extranjeros, o para medios de comunicación, pero en realidad es un malabarismo literario que Flavia Company (Buenos Aires, 1963) ha ido tejiendo desde hace años en los artículos que publicaba en El Periódico de Cataluña y en el ABC de los Domingos, también en Cataluña (nordeste de España).

Así, en este libro, que se divide en tres partes: “Trastornos literarios”, “Frases (muy) hechas” y “La vida en prosa”, la autora de títulos imprescindibles como el libro de cuentos “Con la soga al cuello”, y las novelas “Dame placer” o “La isla de la última verdad”, entre otros, toma como excusa la figura literaria para desarrollar un texto, en la mayoría de los casos hilarante.

“Este interés por las figuras retóricas viene de mi etapa universitaria (estudió filología hispánica), porque siempre me pareció que estos recursos literarios tenían nombre de enfermedad y me sonaban divertidos, pero buscar historias para ellos no ha sido fácil”, explica a Efe esta profesora de la Escuela de Escritura del Ateneo barcelonés días antes de partir para Brasil, donde participará en la VIII Bienal Internacional del Libro de Pernambuco.

Y es que Company -que vive en Barcelona aunque pasa largas temporadas en Argentina, donde también da clases de literatura y de su especialidad, los microrrelatos, un género en alza que para ella, amante de la síntesis, es “un plato de lujo”- es una escritoras muy traducida.

Editada en Francia, Holanda, Brasil, Polonia, Alemania, Italia y Portugal, Flavia Company también va a ser vertida al inglés en Estados Unidos por Europa Editions, con la distribución de Penguin Books. En Alemania, “La isla de la última verdad” va ya por la tercer edición.

Estos “Trastornos literarios”, que salieron en el 2000 en una edición de bolsillo, están revisados y ampliados, y los que corresponden a “La vida en prosa”, enriquecidos con muchos inéditos.

“El microrrelato es una de las prácticas que más placer me dan. Me gusta la síntesis y la elipsis como parte de la síntesis, y cuando los escribes te sientes altamente recompensado; es como un poema, al que le puedes añadir o quitar pero cuyo eje se hace de una sola sentada -sostiene la autora-. Pero yo agradezco la síntesis en la vida en general y en la literatura en particular”, advierte.

Dentro de este juego de figuras, también destaca en el libro su segunda parte, dedicada a “Frases (muy) hechas”, donde la autora crea textos de ficción basados en una frase hecha tomada en sentido literal, como “abrigar esperanzas”, “buscar las pulgas a alguien”, “calentar a uno la cabeza”, “dar la cara”, “ganar el cielo” o “faltar un pelo”, entre otras muchas.

Y la parte final del libro, que se presentará dentro de una semana en Barcelona, está dedicada a los textos que Flavia Company ha ido creando basándose en un titular publicado en la prensa.

Todo un juego creativo que constituye una joya literaria que descubrirá a sus lectores algunos significados y significantes poco conocidos.

Un libro de una autora que hace literatura de todo lo que pilla y que, en silencio y a contracorriente como a ella le gusta decir, va llevando la literatura en español fuera de sus fronteras.

 

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DEPOIMENTOS



"Acho importante porque essas feiras sempre são cheias de gente, crianças. É muito importante. É muito bom que essas têm acesso ao mais diversos tipos de livros. Em relação a Ciência, é bom as pessoas entenderem os planos futuros e a capacidade de impactar o futuro." Miguel Nicolelis – neurocientista



"Eu acho que uma feira dessas é importante para a difusão dos livros, que é o veículo da literatura. É fundamental e, felizmente, está cada vez mais presente no país. É fabuloso." Joca Reiners Terron - escritor



"Eu acho que a Bienal já está consolidada no calendário cultural da cidade. É um dos eventos que colocam o Recife em uma posição destacada nesta área." Homero Fonseca - jornalista e escritor