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	<title>Bienal Internacional do Livro de Pernambuco &#187; Marcelino Freire</title>
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		<title>&#8220;Editoras independentes&#8221; é tema de encontro de grandes autores</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 21:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Allan da Rosa]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6141" class="wp-caption aligncenter" style="width: 424px"><a href="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/09/Bienal.jpg" rel="lightbox[6095]"><img class="size-full wp-image-6141 " title="Fábio Andrade, Marcelino Freire e Allan da Rosa. Foto: Társio Alves" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/09/Bienal.jpg" alt="" width="414" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Andrade, Marcelino Freire e Allan da Rosa</p></div>
<p>O Auditório do Brum recebeu os autores Marcelino Freire, Allan da Rosa e Fábio Andrade em uma conversa sobre publicações de livros em editoras independentes. O escritor paulista Allan da Rosa contou a história do Movimento Literário de Periferia de São Paulo (Coperifa) e suas experiências com a literatura marginal. “Nós pegávamos as placas que os politiqueiros escreviam suas mentiras, virávamos e escrevíamos poesia”, conta.</p>
<p>Segundo ele, com os recitais que são realizados em sua comunidade, em São Paulo, fazem com que o autor do livro consiga ficar mais próximo de seu leitor e consiga propagar a literatura. “Antes eu pensava em ser escritor, mas descobri que a graça é ficar conversando sobre o que escrevo e sobre o que escrevem, na esquina de casa.”, finaliza.</p>
<p>O editor da revista Crispim e responsável pela editora independente Moinhos de Vento, Fábio Andrade, falou sobre o surgimento da Moinhos e como se desenvolve o trabalho. &#8220;Recife vive um momento interessante de literatura e conhecíamos vários escritores e poetas vinculados à universidade que compartilhavam o mesmo drama nosso: o de não ter espaço para publicar suas obras e o de ficar refém das grandes editoras”, comenta.</p>
<p><span id="more-6095"></span></p>
<p>Após diversos cursos de encadernação, Fábio fundou a Moinho que trabalha com edição de livros artesanais, feitos à mão. Apenas 50 exemplares são comercializado, com costura simples, numerados e assinados pelo autor, com lançamento coletivo.</p>
<p>Ao todo, já foram feitas oito publicações e uma série chamada Cataventos, com seis volumes. Para este ano, dois projetos já estão encaminhados: Caixa de Pandora – diversos autores que farão poemas a partir de um poema já dito &#8211; e o livro do músico Armando Neto. Para adquirir os livros da Moinhos, basta acessar o site da <a href="http://www.edicoesmoinho.wordpress.com/">Ediicões Moinho</a> e solicitar o pedido.</p>
<p>Já o escritor Marcelino Freire falou que seu último livro <em>Amar é Crime</em> partiu de uma reflexão sobre grandes perdas de escritores no ano passado e a morte de sua mãe, junto com a revolta sobre a alienação do meio literário que apenas discutia quem havia ganho o prêmio Jabuti. “Já provocava bastante os meus alunos, na oficina literária que desenvolvo em São Paulo e aproveitei para me alimentar dessa revolta e energia. Sempre fiquei meio cabreiro com isso de você se acostumar a esse ciclo do vinho branco e do patê de fígado. De alguma forma, me sinto renovado”, conclui o autor.</p>
<p>Segundo Marcelino, a Edith é um coletivo de escritores que se auto fomenta.  Não é uma empresa. O selo foi lançado na Balada Literária de São Paulo, no ano passado, e já editou diversos livros como <em>“A mulher que queria ser Micheliny Verunschk”, </em>do escritor pernambucano Wilson Freire. O foco da Edith é fazer com que novos escritores tenham a chance de serem publicados, sem ter que passar pela burocracia dos editais e das editoras de nome.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marcelino Freire e a edição independente</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 23:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bienaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelino Freire]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos falar de mais um escritor convidado para a VIII Bienal do Pernambuco, e o nome da vez é Marcelino Freire! Prata da casa, nasceu lá em Sertânia, e é hoje um dos mais importantes e influentes escritores brasileiros. Além do mais, é muito gente boa. O rapaz não para quieto. Mantém sempre atualizado seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bienalpernambuco.com/os-escritores/marcelinofreirem" rel="attachment wp-att-2894"><img class="alignleft size-full wp-image-2894" title="MarcelinoFreireM" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/07/MarcelinoFreireM.png" alt="" width="144" height="190" /></a></p>
<p>Vamos falar de mais um escritor convidado para a VIII Bienal do Pernambuco, e o nome da vez é <em>Marcelino Freire</em>!</p>
<p>Prata da casa, nasceu lá em Sertânia, e é hoje um dos mais importantes e influentes escritores brasileiros. Além do mais, é muito gente boa.</p>
<p>O rapaz não para quieto. Mantém sempre atualizado seu blog &#8220;<a href="http://marcelinofreire.wordpress.com/">Ossos do ofídio</a>&#8221; e a coluna &#8220;Microcrônicas&#8221; no jornal O Estado de S.Paulo, faz oficinas literárias &#8211; inclusive de microcontos &#8211; e ainda organizada todos os anos a &#8220;Balada Literária&#8221;, que é um baita festa de escritores e leitores lá em São Paulo.</p>
<p>Publicou os livros <em>EraOdito</em> (Ateliê Editorial), <em>Angu de sangue </em>(Ateliê Editorial), <em>BaléRalé </em>(Ateliê Editorial), <em>Contos negreiros </em>(Record) e<em> Rasif &#8211; mar que arrebenta </em>(Record): e agora a família cresceu, com o lançamento de <em>Amar é crime</em>, um lançamento independente,<a href="http://visiteedith.com/"> através do selo Edith</a> &#8211; coletivo que Marcelino compõe ao lado de mais 13 autores (e crescendo).</p>
<p>E é sobre isso que Marcelino Freire vem falar aqui na Bienal, sobre edição independente.</p>
<p>Então escritores, marinheiros de primeira viagem ou velhos lobos-do-mar, vale muitíssimo a pena garantir seu lugarzinho ao sol para ouvir as experiências de Marcelino Freire nesse marzão velho de meu-Deus!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>BIENALDO é escritor, blogueiro e baladeiro literário de carteirinha.</em></p>
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